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26 de março de 2016

Sementes: Velha e Nova...


Retomando o assunto, informo a quem não sabe: sou formado em Teologia pelo SALT/1985 (ASD de berço - veterano). Entendo que, não importando as intenções, a Nova Semente e a Velha Semente não se comunicam. Simples assim. Creio que a IASD terá que se posicionar, pois as disparidades são imensas.

Não faço juízo de valor. Nem me importo com quem esteja certo ou errado (se é que essa seja a questão). Falo apenas da UNIDADE que deve nortear uma denominação propagadora de uma determinada crença. Qualquer um, por menos conhecedor do tema, sabe que além dos costumes que se diferem, a abordagem dos princípios nem sempre é igual em uma, quando comparada com a outra. Se fosse iguais, uma não seria chamada de "nova".
 
Tenho sido fustigado, por "militantes" que não se apegam ao objetivo precípuo (objeto principal da postagem). Não me preocupo com muitos comentários, pois na maioria dos casos são proferidos por recém iniciados, muitos ainda no "maternal da fé". Devemos ter paciência com eles, pois a despeito da arrogância, não sabem o que dizem. Não entendem que não estou tomando partido para A ou B e sim apenas mostrando o óbvio.

Em tempo: se eventualmente uma for considerada "melhor" em detrimento da outra, não fará diferença para mim. Sou agnóstico Deísta (atualmente), como muitos sabem.

27 de julho de 2013

A Besta do Apocalipse e os bestas...

Existem definições para a palavra BESTA: antiga arma portátil, quadrúpede, pessoa estúpida e animal simbólico citado no Apocalipse.

Devemos tomar muito cuidado com o que dizemos a respeito da "Besta do Apocalipse". Caso contrário não passaremos de bestas (pessoas estúpidas).

Tenho dito!

Enéias Teles Borges

20 de abril de 2013

Buscando a salvação na velhice...



Quando eu trabalhava na Organização Adventista, como Pastor Obreiro, eu conheci um líder (diretor de campo) muito duro nas decisões. Era uma espécie de “carniceiro”. Não se intimidava em demitir pastores, jogando suas famílias na sarjeta. Era temido. Não sentia piedade. Demitia com ou sem motivo. Oportunidade não outorgava, a não ser aos parentes e amigos.

Há alguns anos, já como advogado, encontrei-me com antigos colegas de Ministério e perguntei pelo famigerado homem. Disseram-me que continuava do mesmo jeito. Quanto mais velho ficava, mais impiedoso se tornava.

Eu perguntei aos amigos o motivo para que ele seguisse se portando desse jeito. Se não temia pela própria salvação. Ao que ouvi: “Ele disse que cuidaria de sua salvação depois de aposentado”.

Hoje o pastor famoso e duro está aposentado. Mora num residencial perto de uma instituição adventista. Cuida dos netos. Tornou-se um homem dócil, falador, engraçado e de bem com a vida. Nem de longe se parece com o carrasco que por décadas lançou muitas famílias nas valas da miséria e do sofrimento.

Pelo que pude notar ele cumpriu o seu objetivo. Hoje está cuidando de sua própria salvação...

Enéias Teles Borges

13 de março de 2013

Papa Francisco e os Alarmistas...



Os profetas de plantão (alarmistas) foram surpreendidos pelos últimos acontecimentos. Curiosamente eles não profetizaram sobre as possibilidades que pareciam ínfimas ou inexistentes. Como poderiam trabalhar com a ideia da renúncia do Papa Bento XVI e a escolha do Cardeal Argentino, atual Papa Francisco I?  As profecias feitas, depois dos falecimentos de Paulo VI e João Paulo I, não se confirmaram. As que foram feitas, logo após a morte de João Paulo II, também não. E agora, com a renúncia de Bento XVI?

Papa Negro ou Papa Norte-Americano...

Era o cenário ideal. Papa Negro e Presidente Americano Negro ou Papa Norte-Americano e Presidente Americano Negro. Em qualquer das duas situações seria possível alardear nos quatro cantos da Terra que o fim estaria próximo.

João Paulo II não ressuscitou...

Uma corrente alarmista ultrarradical trabalhava com a hipótese da “ressurreição” de João Paulo II, que milagrosamente reergueria a Igreja Católica.

Como isso não ocorreu é possível que a “profecia” seja adaptada. Como? Bento XVI, o Papa Emérito, ressuscitaria “espiritualmente”, voltando a ser o Papa. Claro que depois de algo trágico e inesperado que poderia ocorrer a Francisco I.

Podem ter certeza que tal foco alarmista surgirá nas redes sociais.

Papa Sul-Americano, Argentino...

Já é demais. O que pode se aproveitar de tal cenário? Muito pouco. Tal escolha demonstra uma preocupação da ICAR: conter o crescimento do movimento Pentecostal que ameaça estender seus tentáculos para o mundo todo.

A tão esperada perseguição (se vier a ocorrer), não será contra os protestantes conservadores. Notem que as igrejas protestantes tradicionais estão encolhendo. Para se chegar a esta conclusão é preciso fazer um cálculo óbvio. As igrejas tradicionais estão crescendo na mesma proporção do crescimento da população mundial? Claro que não...

Por outro lado o movimento Neopentecostal cresce tanto em número de membros, quanto no cálculo proporcional.

A famigerada “perseguição” seria, portanto, contra Edir Macedo, Waldemiro Santiago, RR Soares, Silas Malafaia, Estevam Hernandes, David Miranda e afins.

Além da preocupação com os crimes sexuais e crimes financeiros no Banco do Vaticano, existe a grande preocupação em conter essa onda pentecostal. 

Eles sempre acham um jeito...

Não tenham dúvidas de que os Profetas de Plantão (alarmistas) encontrarão uma justificativa. Afinal eles precisam profetizar. Está difícil “encaixar” uma teoria, tendo com ator principal um Cardeal Argentino (Jorge Mario Bergoglio).

Basta esperar para ver e ler. Alguém duvida disso? Eu não...

Enéias Teles Borges

24 de novembro de 2012

O religioso e o igrejeiro

Qual a diferença básica entre o verdadeiro religioso e o igrejeiro? Vamos tentar entender da seguinte forma: o religioso gosta de ir à igreja, mas não a considera mais importante do que a comunhão pessoal. Caso a igreja se mostre incompatível com a religiosidade, ele a evita. Igreja incompatível é aquela que se destaca pela irreverência, acúmulo de membros, exibicionismo e ares de espetáculo, entre outras características deletérias.

O igrejeiro é aquele que faz questão de sempre estar na igreja. Incompatível ou não. A igreja para ele é mais importante do que o relacionamento pessoal e a comunhão solitária.

Outras características: o religioso não se julga superior aos demais membros. Jamais insiste na ida de outras pessoas à igreja, entendendo que a ausência nela signifique vida espiritual em decadência. Jamais! O religioso não se mete na vida dos outros. Só se apresenta quando é convidado. O igrejeiro se julga um exemplo. Sempre se diz feliz quando ver uma pessoa "de volta à igreja". Logo vai dizendo que "estava preocupado com a vida espiritual do ausente..." O igrejeiro não enxerga em si mesmo a necessidade de melhoramento de conduta. O fato de ir à igreja com certa frequência o leva a crer que está a um passo do Paraíso.

Os membros da Igreja Adventista não fogem deste desgraçado padrão. O igrejeiro ASD julga as pessoas pela presença constante na igreja. Basta bater o ponto todo sábado para que seja considerado um exemplo a ser seguindo. Uma pena...

Por essas e outras eu admiro o religioso e tenho uma aversão indescritível contra igrejeiro e seu comportamento asqueroso...

Enéias Teles Borges

15 de outubro de 2012

Adventismo: Sepultamento ou Cremação?

Um dos membros mais velhos de nossa família nos disse que, quando morrer, gostaria de ser cremado em vez de sepultado. O pedido gerou uma grande discussão entre nós. Todos somos cristãos. Tem a Bíblia alguma orientação sobre esse assunto tão delicado?

Os adventistas do sétimo dia nunca tomaram uma posição sobre cremação, porque nossa compreensão bíblica acerca da morte e ressurreição faz com que o assunto perca sua importância (veja Jó 19:27; Daniel 12:2; Lucas 24:39). Contrários à idéia de uma dicotomia entre corpo e alma, afirmamos que o ser humano tem uma existência física tanto antes da morte como na ressurreição. O Deus que nos criou no princípio é igualmente capaz de nos recriar das cinzas da incineração, ou do pó que resulta do lento processo da decomposição. Todas substâncias orgânicas retornam a seus elementos básicos. A única diferença é sobre quanto tempo isso leva.

Na verdade, não defendemos a idéia de que na ressurreição o novo ser será composto das mesmas células e átomos que antes lhe formavam o corpo. As células morrem e os átomos se dispersam, e a restauração de uma pessoa não consiste apenas na reunião e reestruturação dos átomos, mas na expressão do poder criativo de Deus, não importando quais átomos estejam envolvidos (Salmo 104:29-30). Sabemos que cada ser vivo é um conduto por onde novos átomos entram enquanto que os velhos se dispersam, de modo que, numa escala maior, em 10 anos cada pessoa será composta por átomos inteiramente diferentes.

A pessoa que morre permanece na mente de Deus e, por meio de Seu poder criador, Ele haverá de restaurar-lhe a vida segundo Sua vontade, num novo corpo isento dos efeitos os pecado (I Coríntios 15:52). Na ressurreição, o Criador não depende de elementos previamente existentes.

Alguns dentre nós têm usado Amos 2:1 para se opor à prática da cremação. O profeta afirma que Deus Se irou contra Moabe “porque queimou os ossos do rei de Edom, até os reduzir a cal” (ARA). O principal problema de interpretação nesse texto é a frase “até os reduzir a cal”, que reflete com precisão o texto hebraico. O substantivo sid não significa “cinzas” mas “cal”. A cal era usada para rebocar paredes e pedras. Alguns têm sugerido que, nesse caso em particular, os ossos foram queimados ou calcinados para se obter cal. Seja como for, não há dúvida de que Moabe está sendo reprovado por causa de seu desprezo para com restos mortais humanos. Portanto, o profeta está se referindo a um ato de ódio e vingança que resultou no desrespeito para com a dignidade humana. Isso não é o que chamaríamos de cremação.

Cremação, propriamente falando, poderia ser um ato de piedade. Em I Samuel 31:11-13 lemos como os israelitas tomaram o corpo de Saul e seus filhos “do muro de Bete-Seã e os levaram para Jabes, onde os queimaram” (NVI). Esse não foi um ato de vingança, mas uma maneira adequada de pôr fim à humilhação de um corpo humano, nesse caso, o do primeiro rei de Israel.

Para alguns cristãos, a questão do sepultamento em lugar da cremação é muito importante. Eles notam que a cremação é adotada em países como Índia e China, cuja cultura predominante não é cristã. Na verdade, esses países superpopulosos já enfrentaram há muito tempo o dilema de poucas terras férteis e a necessidade de cemitérios, introduzindo em sua religião a noção da cremação, compreendida em termos de uma espécie de purificação pelo poder do fogo. Do ponto de vista científico, esse método oferece vantagens relacionadas com a prevenção de infecções. É fato que na tradição judaica os mortos eram consistentemente sepultados, costume esse que foi incluído nos cânones católicos e assim perpetuados na comunidade cristã. Mas, quando analisado à luz de nossa compreensão acerca de como Deus age, a cremação não representaria nenhum problema.

Hoje em dia, cerca de 50% das pessoas que morrem nos Estados Unidos são cremadas, principalmente por causa dos altos custos envolvidos num sepultamento. A cremação, em geral, não custa mais de 10% do valor de um sepultamento. Em relação a esse assunto, os adventistas permitem que seus membros sigam a consciência, e pelas razões acima citadas será difícil adotarmos uma posição oficial a respeito.

Fonte: Sétimo Dia

5 de maio de 2012

Sobre o aniversário do velho IAE


O culto na Igreja do Unasp, neste sábado, teve um sabor especial. Comemoração pelos 97 anos de existência da instituição. Eu que cheguei naquela casa em dezembro de 1979, estou acostumado às comemorações anuais. Há quanto tempo assisto aos eventos? Mais de 30 anos!

Pontos altos

O sermão foi proferido pelo pastor Marlington Lopes. Presidente da União Sul Brasileira da IASD. Trata-se de líder destacado na organização adventista. Um dirigente que tem a carreira respaldada pela seriedade. Bom orador formou-se em 1983, foi meu contemporâneo (formei-me em 1985).

Como eu estava no segundo culto, não fui prensado no meu lugar, num dos bancos da igreja, como costuma acontecer no primeiro culto. O cerimonial foi dinâmico, sem demagogia. Até mesmo a oração pastoral feita pelo professor Euler Baia foi rápida, considerando os padrões dele (ufa!).

O que precisa ser destacado mesmo: a apresentação do grande coro, acompanhado pela orquestra e pelos metais. Composição e regência do jovem maestro Richard Octaviano Kogima. Um talento raro, centrado em música de qualidade e dentro dos padrões respeitáveis para a música cristã adventista. Segue linha nobre, similar à regência do maestro Turíbio de Burgo. Foge, portanto, das tendências barulhentas e pentecostais que adentram pelas portas da IASD. A música traz o ideário comportamental de Jeremias, acrescido da ideia das mensagens angélicas e fecha com a esperança do adventismo. Os que conhecem a teologia adventista verificarão a coerência proposta e alcançada na composição. A apresentação em si foi fenomenal.

Que a comemoração pelos 97 anos do velho e guerreiro IAE fique na lembrança festiva de todos. Parabéns Unasp!

Enéias Teles Borges

21 de abril de 2012

A Justificação pela Fé, sob o Legalismo...


É possível que alguém entenda a Justificação pela Fé de forma legalista? Sim, é possível. É interessante como as mensagens de hoje são legalistas sem que os próprios difusores se apercebam.

Uma frase do sermão de hoje, na Igreja do Unasp, São Paulo, proferida no último dia da semana de oração (Pastor Benedito Muniz), sintetiza tudo. Ele até disse que o cristão que profere tal frase merece ser disciplinado: “não faço isso porque a minha religião não permite”. Depois ele enfatizou como a frase deveria ser: “não faço isso porque desagrada meu Deus”.

Os pregadores adventistas sempre tiveram imensa dificuldade em conciliar a Justificação pela Fé com a guarda dos mandamentos (decálogo). A mensagem até segue perfeita, rumo à excelência da Justificação pela Fé, quando o pregador desfaz tudo o que construiu, ao incentivar os membros a “peitar” o mundo, dizendo não, ao que se entende como quebra da Lei.

O que se deveria inferir é bem simples: aquele que é justificado pela fé não se insurge contra qualquer ato nocivo aos costumes éticos e morais contidos na Lei de Deus. Depois de justificado o que o ser humano faz? Ele consegue fazer alguma coisa? Não seria Deus efetivando nele o querer e o realizar?

O que realmente significa tudo isso? Se Deus está na pessoa, qual a necessidade que ela tem de sair vociferando pelo mundo que não tem medo de nada? O pior mesmo é que os pregadores adventistas não conseguem se desapegar do “grande fardo”, dentro do “fardo” da Lei: o sábado! O exemplo é quase sempre o mesmo: os filhos teocêntricos de Deus não estudam no sábado, não trabalham no sábado, não fazem suas obrigações no sábado. O “calcanhar de Aquiles” dos ASD: a maldição da falsa guarda do sábado. O sábado é um dia no qual os ASD pouco fazem pelo próximo, mas usufruem o que o próximo produz. Eles não trabalham no sábado, mas usam todos os serviços que são disponibilizados nele. É um povo cujo testemunho consiste, hoje, em explorar o que o próximo faz no “santo dia”, sem a sua colaboração.

O pregador adventista (em geral) derruba todo o arrazoado da Justificação pela fé, ao tornar a guarda da lei como um exercício da vontade humana. Piora ainda mais o quadro quando dá a entender que a lei se resume ao quarto mandamento. Leva o quadro ao fundo do abismo quando leva o leigo a acreditar que o quarto mandamento só trata do sábado.

Sim meus caros amigos. Existem pessoas que só enxergam a Justificação pela Fé sob o fardo da Lei. Infelizmente esse foi o produto final da Semana de Oração no Unasp, São Paulo, encerrada hoje.

Aí eu pergunto: Isso é Justificação pela Fé? Isso é pregar sobre a Graça? Existe graça paga pelo próprio homem, que "peita" o mundo para mostrar que ele guarda a Lei?

A semana de oração do Unasp, São Paulo, prometia muito e pouco ofereceu. Ainda assim os membros se julgam cheios, a despeito de terem se alimentado de vento...

Enéias Teles Borges

14 de abril de 2012

Semana de Oração - Unasp SP


Hoje nós fomos à Igreja do Unasp. Para o segundo culto. Início de Semana de Oração. O orador: Benedito Muniz. Trabalhou, durante anos, como pastor na IASD e atualmente é consultor de empresas. Pratica evangelismo leigo.

O sermão de hoje teve como versos principais os que estão contidos no capítulo 2 do livro de Gênesis. Versos 15 a 17. Trabalhou a seguinte ideia: por que o homem não foi fulminado logo após ter pecado? Não ficou claro que o dia em que comesse do fruto proibido, certamente morreria?

A partir daqueles versos ele começou a discursar acerca do perdão temporal e do perdão eterno. Perdão temporal é aquele que permitiu ao homem continuar vivendo. Permite, também, vida para todos os seres humanos (quer creiam nisso ou não). Usufruir do perdão temporal independe de escolha. Resulta da graça. Todos deveriam morrer. Adão e Eva deveriam ter morrido imediatamente. Todos gozaram e gozam do poder do perdão temporal. O ser humano não precisa saber disso, não precisa escolher, não precisa acreditar. Querendo ou não, a vida que detém é decorrente da graça. Quanto ao perdão eterno todos nós sabemos. Depende de confissão. Depende do interesse humano em aceitar ou rejeitar.

O resumo é bem simples: perdão temporal é um guarda-chuva sob o qual todos estão. Perdão eterno depende de questão ética, de interesse, de confissão, de escolha de rejeição e afins. O sermão foi um ensaio geral da doutrina da salvação, sob o ponto de vista conservador dos ASD.

Na realidade eu esperava, julgando pela maneira como o sermão foi introduzido, que o orador caminharia em outra direção. Que daria linhas gerais sobre o perdão (temporal e eterno) e que, em seguida, mostraria o perigo sob o qual a IASD está. Eu cria que ele falaria acerca do sincretismo religioso, da influência perniciosa da contrafação (bem misturado com o mal), do pentecostalismo prostituído, que mostraria a todos que a IASD está desaprendendo a doutrina da salvação. Não foi nada disso! Pelo que a semana de oração tende a prometer, não será adotada essa linha de postulados.

Uma pena!

Benedito Muniz é da velha guarda dos teólogos adventistas. Tem formação escudada no adventismo histórico (sem a influência dos anos 1980, Conferência Geral de Dallas). Eu esperava mais, porque ele tem muito a oferecer.

Vida que segue, ou que precisa seguir...

Enéias Teles Borges

29 de março de 2012

Como será a reverência na Igreja do Unasp, São Paulo?

Tudo transcorreu bem no sábado passado. Ausência de pessoas nos corredores do templo. Telões no Salão de Atos e no Centro Esportivo. Organização nos estacionamentos. Decência, ordem, reverência foram vistas (parabéns por isso!). Certo que o evento parecia mais um palanque político do que um culto espiritual, dirigido pelo líder mundial dos ASD. Ponto alto: a música. Ponto baixo: o de sempre. Mais parecia um show do que um culto.

A questão que emerge é: será reverente sempre ou foi somente naquele momento especial, com a presença de líderes da igreja e de representantes políticos de São Paulo? Tudo aquilo foi um acontecimento "de gala" que promete mudança ou foi um jogo de cena? A balbúrdia estará de volta?

A partir deste sábado começaremos a saber. E já adianto um pedido de favor: que eu seja poupado pelos moralistas, eternos membros da Fé Cega, Faca Amolada (FCFA), que estão sempre de plantão...

Enéias Teles Borges

22 de março de 2012

Presidente Ted Wilson no Unasp-SP

O presidente mundial dos adventistas do sétimo dia estará no Unasp-SP no sábado, 24 de março de 2012. Preparativos têm sido feitos, no sentido de que tudo corra bem. Natural que assim se faça. É o representante máximo dos ASD no planeta.

O que mais chamou a minha atenção (fato positivo) foi a maneira como será todo o cerimonial (culto). Apenas um culto no sábado, pessoas não poderão permanecer nos corredores e laterais da igreja. Haverá um telão do auditório antigo (salão de atos), para os que não tiverem acesso ao templo. Isso tudo em prol da segurança.

Pelo que fui informado finalmente a igreja resolveu dar um exemplo prático de cumprimento de leis de segurança em locais de grande aglomeração. Pessoas não podem, não devem permanecer nos corredores, de grandes salões de eventos. Por que apenas nos templos tal norma não era cumprida?

Outro fato interessante, e é de se lamentar que não será sempre assim, daqui para a frente: toda igreja deveria ter apenas um culto sabático. Com o advento forte da tecnologia de transmissão de eventos, nada impede que muito se veja pela internet ou televisão. 

Muitos "irmãos igrejeiros" não concordam com a tese. Preferem a aglomeração irreverente. Dois cultos, sendo um bom e o outro devagar, quase parando...

Tomara que a vinda do presidente Ted Wilson deixe no ar a ideia de mudanças essencias. pela segurança e pela ausência de aglomeração. Que venham melhorias modernas ao velho IAE.

Enéias Teles Borges